
Autor da foto: José Nuno Rodrigues Teixeira
Vivemos numa soceidade dominada pelas ideias materialistas, onde campeiam os novos ídolos: consumismo e a exploração desenfreada, apontados a esse ídolo antigo que é o dinheiro e o seu culto. Como tal, vivemos muitas vezes numa aridez espiritual, que nos agrilhoa, subjuga-nos até à depressão, até à destruição do ser humano como pessoa.
E muitas vezes, cada um de nós trespassa para as nossas relações próximas este estado de pensamento, tornando-nos, nós mesmos, em opressores dos outros e preconceituosos em relação e eles. E assim estamos, subtilmente, a afastarmo-nos da vontade de Deus.
Porque Deus abomina a escravatura e para nos libertar da escravidão do pecado que nos enviou o Seu Filho, com a mensagem da redenção.
No Antigo Testamento, em Jeremias (34. 8-22) é-nos relatado como o Senhor ordena a libertação dos escravos judeus, cativos de outros judeus, e como Deus faz ameaças porque os donos desses escravos os aprisionaram de novo, depois de os terem libertado.
Numa primeira análise, Deus fala-nos do respeito que é devido a toda a pessoa humana e nos compromissos tomados com Ele.
Mas há mais: Por Jesus é-nos dada a oportunidadde de libertação do nosso pecado, do renascer do homem novo de que nos fala o apóstolo Paulo (Efésios 2. 15-2 e Cor 5. 17). É esta a oportunidade de libertarmo-nos do pecado que Deus nos dá. Porém, ao mesmo tempo, somos nós mesmos, pela nossa vontade, o nosso desejo, que nos libertamos da situação de escravos do pecado.
No entanto, sedutoras são também as tentações. Sedutoras, no imediato, são as visões do mundo, pelo que fácil se torna sermos seduzidos novamente pela escravidão aos ídolos.
Cristo fala-nos do caminho fácil e do caminho pedragoso, da porta larga e da porta estreita (Lucas 13. 24). Este caminho largo de facilidades e vaidade humana, nos seus múltiplos aspectos, é, justamente, o caminho da escravidão, que segue ao lado do caminho rude da salvação e que tantas veses nos apela sedutoramente...

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