quinta-feira, 22 de maio de 2008
Falsos deuses
Os falsos deuses sempre existiram na vida do Homem. Em Daniel 14 é relatado uma vez mais um desses episódios: o rei Ciro presta culto a Bel e o profeta ao "Deus vivo que criou o céu e a terra e que exerce o seu domínio sobre toda a carne". O rei desafia o profeta a provar que Bel é falso e não consome durante a noite as oferendas de comida que diariamente lhe são deixadas. Daniel aceita o desafio e depois de serem postas as oferendas na sala de Bel e já a sós com o rei peneira cinza no chão e ambos fecham e selam as portas. Na manhã seguinte, quando as postas são abertas, as oferendas já não estão lá, mas na cinza estão as marcas dos pés dos sacerdotes, suas mulheres e filhos, que por uma passagem secreta no altar a Bel, acediam à sala e consumiam eles as oferendas.
Muitos anos se passaram desde o tempo do profeta Daniel. Deus reforçou a sua aliança com a vinda do Seu Filho, Jesus Cristo, para a nossa salvação.
No entanto, quantas vezes somos confrontados com os falsos deuses? Antigos ídolos, mas também os novos ídolos?
'Deuses' materiais e facilmente identificávais, mas também 'deuses' mais subtis: as crenças que nos conduzem, não à salvação, mas à perdição, à 'segunda morte', a morte da alma.
A nossa alma tem sede de manifestações do 'divino', manifestações sobrenaturais que não saibamos explicar. O demónio sabe isso muito bem e não se poupa a esforços para nos confundir com manifestações desse tipo, por vezes 'mascaradas' de 'manifestações divinas'.
Porém, quer aceitemos, quer não, a verdadeira revelação está na Bíbilia: no Antigo Testamento, no testemunho dos profetas, no Novo Testamento, nas palavras de Jesus, enviado por Deus para nos salvar, nos Actos dos Apóstolos os seus seguidores e nas Cartas escritas por João, Tiago, Pedro e Paulo - testemunhos e recomendações de vida para quem quer ser verdadeiramente amigo de Cristo e de Deus.
Testemunhos e revelações da fé iluminante, onde o nosso passado pecador tem a oportunidade da redenção. Como Paulo na estrada de Damasco, cego pela Luz e interrogado pelo próprio Deus: "Porque me persegues?". E o renascer da sua cegueira, para se tornar num homem novo - um discípulo dedicado, revelador da Palavra.
Paz de Deus nos vossos corações.
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