
Ser-se cristão, não é ter a vida transformada num 'mar de rosas', como um passe de magia. Bem pelo contrário: é trilhar o caminho estreito e pedregoso. O cristão tem todas as dificuldades que o resto do mundo tem: dificuldades de saúde, laborais, financeiras, familiares, existenciais. Enfim, tudo o que acontece a qualquer ser humano.
Mas o cristão tem mais: tem uma poderosa arma que o faz ter uma atitude diferente perante a adversidade. E essa arma é a Fé. É a esperança. É a confiança de que Deus ajuda quem O ama. Não se vai amar a Deus para Ele nos ajudar. Não. Isso é ser-se interesseiro e consequentemente, hipócrita. Ama-se a Deus de qualquer jeito, porque se Lhe tem amor: em qualquer momento, seja de glória, seja de provação. E Ele nos responderá, segundo a sua Justiça e a veracidade da nossa fé.
Ser-se amigo de Deus não é estar como que numa redoma de vidro, protegido do sofrimento. É enfrentar o sofrimento com uma outra atitude. Enfrentar o sofrimento com paciência, na certeza da esperança e na certeza de que tudo o que Deus faz e permite, não está acima das nossas forças e concorre para o nosso bem. O sofrimento existe. É um facto. Mas se o olharmos como Job, uma prova à nossa fé em Deus, não como um fardo mas o aceitarmos como uma oração que oferecemos a Deus - daí a paciência - para bem de nós mesmos e das pessoas por quem oramos, então esse sofrimento já é 'positivo', porque positiva é a atitude com que o tomemos.
Mas o cristão tem mais: tem uma poderosa arma que o faz ter uma atitude diferente perante a adversidade. E essa arma é a Fé. É a esperança. É a confiança de que Deus ajuda quem O ama. Não se vai amar a Deus para Ele nos ajudar. Não. Isso é ser-se interesseiro e consequentemente, hipócrita. Ama-se a Deus de qualquer jeito, porque se Lhe tem amor: em qualquer momento, seja de glória, seja de provação. E Ele nos responderá, segundo a sua Justiça e a veracidade da nossa fé.
Ser-se amigo de Deus não é estar como que numa redoma de vidro, protegido do sofrimento. É enfrentar o sofrimento com uma outra atitude. Enfrentar o sofrimento com paciência, na certeza da esperança e na certeza de que tudo o que Deus faz e permite, não está acima das nossas forças e concorre para o nosso bem. O sofrimento existe. É um facto. Mas se o olharmos como Job, uma prova à nossa fé em Deus, não como um fardo mas o aceitarmos como uma oração que oferecemos a Deus - daí a paciência - para bem de nós mesmos e das pessoas por quem oramos, então esse sofrimento já é 'positivo', porque positiva é a atitude com que o tomemos.
'Não é o sofrimento que glorifica a Deus, mas uma atitude santa diante do sofrer que agrada ao Senhor e lhe traz glória (Joyce Meyer - O Campo da Batalha da Mente, p. 253), referindo-se à passagem em 1 Pedro 2. 19-20).
Todavia e ainda assim, no sofrimento, Deus nos manda o Consolador: o Espírito Santo que nos ajuda quando estamos mais fracos (João 14. 16-17). Que nos ajuda com a voz interior, como também nos ajuda guiando a nossa mão para a passagem bíblica que tem a resposta certa ao nosso momento; que nos ajuda com o irmão que nos dá a palavra certa ou que, pelo menos, ouve pacientemente o nosso desabafo; que nos ajuda com o acontecimento inesperado que responde à nossa prece. Mas sobretudo, e mais importante que todo o resto, o Espírito leva a nossa súplica junto de Deus. E Deus, pelo Espírito, vê dentro de nossos corações. E Deus dispõe tudo para o bem daqueles que O amam e que Ele chamou, segundo o Seu plano (Rom, 8. 18-28), mesmo que na altura não entendemos esse plano.
Mas, mesmo não entendendo o Seu plano, é nosso dever como crentes em Deus, de manter a Fé n'Ele. E de ter a paciência de aceitar a Sua vontade. 'Pai, faça-se não a minha, mas a Tua vontade' (Mt 26, 36-46). O próprio Jesus, no Jardim das Oliveiras, antes de ser entregue para ser crucificado, põe todo o seu futuro, não nas próprias mãos, mas nas mãos do Pai. Humildade e paciência na aceitação do sofrimento. Num sofrimento que Ele não merece, mas que aceita por todos nós, para nos salvar, segundo o plano de Deus-Pai.
Somos, pois, tocados pelo sofrimento como o resto da humanidade. Porém, como os primeiros mártires do Cristianismo, que louvavam e cantavam ao Senhor Deus, na arena do circo, rodeados das feras e dos atacantes, sabendo que o suplício e a morte eram certos, assim nós que também nos dizemos cristãos, devemos enfrentar esse sofrimento, cada vez mais firmes na Fé. E Deus, assim agradado, assim se lembrará de nós...
Paz e paciência misericordiosa em vossos corações.

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