"Todo aquele que receber uma criança em Meu nome é a Mim que recebe. E quem Me receber, não recebe só a Mim, mas também Aquele que Me enviou". (Marcos 9 37.)
Esta é uma das mensagens mais bonitas do Evangelho. Porque fala da difícil tarefa da aceitação. Os discípulos vinham pelo caminho discutindo entre eles qual seria o mais importante. Jesus, apercebendo-se dessa querela, responde-lhes que os primeiros serão os últimos e os últimos os primeiros. Ou seja, que a Deus agrada a humildade e não a arrogância. E de seguida, Jesus, apontando para umas crianças, diz que quem receber uma criança em Seu nome é a Ele que recebe e ao mesmo tempo Aquele que O enviou, Deus-Pai, porque o Pai e o Filho são um único.
Jesus vai buscar a comparação com as crianças, porque são os seres mais indefesos e também aqueles que menos se escuta. E a criança é todo o nosso irmão, em especial aquele que sofre e está pior que cada um de nós. Não só fisicamente, mas, sobretudo, espiritual e moralmente e, mesmo materialmente. E, apesar da sua condição, em nome de Jesus e porque seguimos a Sua Palavra, não o tratamos com desprezo, mas com o respeito e Amor cristão.
Nem sempre tal atitude é fácil, mas também, se o fosse, Jesus não a citaria. A Lei Antiga, de Moisés, diz 'amarás o teu amigo como a ti mesmo. Mas hoje dou-vos um mandamento novo: amarás o teu próximo como a ti mesmo. (Mateus 22. 34-40).
Do modo como actuamos com os outros é o mesmo modo como actuamos com Jesus e, por Ele, com o próprio Deus. Não ajudamos apenas os irmãos, mas também a Jesus e a Deus, dando testemunho vivo da nossa Fé e, consequentemente, da nossa postura como seguidores evengélicos de Cristo.
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