No meu trabalho tenho uma colega que é detestada por praticamente toda a gente, pela sua arrogância, má-educação, abuso de autoridade pelo lugar de chefia que ocupa. Recentemente ela viu-se envolvida num escândalo público que envolveu agressões verbais e físicas com outra pessoa e esse escândalo veio relatado ao pormenor num jornal da concorrência ao jornal onde ela e eu trabalhamos.
Nesse dia, o tema foi alvo de conversa em todo o edifício e essa mulher alvo de troça. Tenho de confessar que também procedi de igual modo. Até que, quando me sentei ao meu computador vi uma frase que eu escrevi, a lápis num espaço livre do teclado, quando para lá fui: 'Tudo me é permitido, nem tudo me é conveniente'. Uma frase do apostolo Paulo (I Cor. 10. 23).
Pois. Tudo me é permitido, até ter troçado da minha colega, fazendo coro com o resto do pessoal.
Mas ter-me-á sido conveniente? Aparte de satisfazer o meu ego, trouxe-me algum outro benefício?
Parco e efémero benefício este.
E o que perdi? Muito, porque me afastei do Senhor, me afastei da Misericórdia. Me afastei da prática do Amor para quem está passando pela ignomínia.
Não era preciso ir ter com essa colega e manifestar a minha compreensão. Talvez ela não entendesse esse gesto, nem eu estivesse ainda preparado para o fazer. Mas o ter-me abstido de também comentar, já teria sido suficiente.
'Também a língua é uma pequena parte do corpo, mas é capaz de grandes coisas. (...) Com ela bendizemos a Deus, nosso Pai, e com ela amaldiçoamos os homens que foram criados à imagem de Deus. Da mesma boca, saem palavras de benção e de maldição' (Tiago 3. 5 e 9-10).
Perdoa-me, pois, Senhor e irmãos meus, porque pequei, deixei a aridez entrar em meu coração e afastar a água fresca da Misericórdia, que devia dar a quem tem sede.
Nesse dia, o tema foi alvo de conversa em todo o edifício e essa mulher alvo de troça. Tenho de confessar que também procedi de igual modo. Até que, quando me sentei ao meu computador vi uma frase que eu escrevi, a lápis num espaço livre do teclado, quando para lá fui: 'Tudo me é permitido, nem tudo me é conveniente'. Uma frase do apostolo Paulo (I Cor. 10. 23).
Pois. Tudo me é permitido, até ter troçado da minha colega, fazendo coro com o resto do pessoal.
Mas ter-me-á sido conveniente? Aparte de satisfazer o meu ego, trouxe-me algum outro benefício?
Parco e efémero benefício este.
E o que perdi? Muito, porque me afastei do Senhor, me afastei da Misericórdia. Me afastei da prática do Amor para quem está passando pela ignomínia.
Não era preciso ir ter com essa colega e manifestar a minha compreensão. Talvez ela não entendesse esse gesto, nem eu estivesse ainda preparado para o fazer. Mas o ter-me abstido de também comentar, já teria sido suficiente.
'Também a língua é uma pequena parte do corpo, mas é capaz de grandes coisas. (...) Com ela bendizemos a Deus, nosso Pai, e com ela amaldiçoamos os homens que foram criados à imagem de Deus. Da mesma boca, saem palavras de benção e de maldição' (Tiago 3. 5 e 9-10).
Perdoa-me, pois, Senhor e irmãos meus, porque pequei, deixei a aridez entrar em meu coração e afastar a água fresca da Misericórdia, que devia dar a quem tem sede.

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